Gemeinsam gegen PPMS e.V.

Opções de terapia
PPMS-Behandlung

Neue Wege in der PPMS-Behandlung: aHSCT im Fokus

No contexto do tratamento da EMPP, as possibilidades da imunoterapia ganham particular atenção.

Além das abordagens terapêuticas (estabelecidas particularmente na EM remitente-recorrente), que incluem terapia sintomática e terapia recidivante, o foco no tratamento da EMPP está principalmente nas formas imunomoduladoras de terapia. Além disso, existem outras opções de tratamento que podem ter impacto positivo no quadro clínico, como medidas para melhorar o estilo de vida, bem como procedimentos reabilitadores, complementares e alternativos.

Es sei angemerkt, dass auf dieser Webseite speziell auf die symptomatische Therapie und Schubtherapie nicht näher eingegangen wird, um den Fokus verstärkt auf die immuntherapeutischen Möglichkeiten im Zusammenhang mit PPMS zu legen. Die Behandlung der PPMS mit der autologen Stammzelltransplantation wird in diesem Abschnitt als Immuntherapien näher beschrieben.

aHSCT:

Uma imunoterapia promissora

Tanto a predisposição genética como certos factores ambientais desempenham um papel no desenvolvimento da esclerose múltipla (EM). Por exemplo, a investigação mostra que a infecção pelo vírus Epstein-Barr (EBV) pode levar ao mau desenvolvimento do sistema imunitário, o que promove a auto-agressividade em relação ao sistema nervoso central. Outros fatores de risco incluem deficiência de vitamina D na infância, obesidade precoce e tabagismo.

A ideia do aHSCT como terapia para EM é baseada nestas descobertas: um sistema imunológico mal direcionado devido à predisposição genética e fatores ambientais é destruído pela quimioterapia e um novo sistema imunológico é construído usando novas células-tronco próprias que não estão mais expostas aos mesmos fatores ambientais de antes. Em teoria, este sistema imunitário recentemente desenvolvido ainda contém factores de risco genéticos para o desenvolvimento de EM, mas estes factores de risco já não conduzem à auto-imunidade do sistema nervoso central, na melhor das hipóteses, sem a presença dos factores ambientais desencadeantes. Eles só apareceriam se uma situação ambiental desencadeadora ocorresse novamente.

Spannende Einblicke und aktuelle Geschehnisse

aHSCT é um método de tratamento originalmente desenvolvido para cânceres do sangue. É utilizado principalmente em pacientes com linfoma, leucemia e mieloma múltiplo, mas geralmente com sangue de doadores de sangue (alogênico em oposição a autólogo). O procedimento permite uma dose mais alta de quimioterapia, retirando as células-tronco do próprio corpo da medula óssea ou do sangue periférico, congelando-as ou resfriando-as e devolvendo-as posteriormente. Isto pode aumentar a eficácia do tratamento e reduzir a toxicidade. Durante o transplante autólogo de células-tronco, as células imunológicas são quase completamente mortas. Por esse motivo, é considerada a imunoterapia mais forte possível para doenças autoimunes, como a esclerose múltipla. Durante este procedimento, grande parte do sistema imunológico é destruída e reconstruída com o retorno das células-tronco. O tratamento consiste em três fases: coleta de células, quimioterapia em altas doses e transplante de células-tronco, seguida pela fase de recuperação e cuidados posteriores. Há uma diferença entre o transplante autólogo com células-tronco próprias e o transplante alogênico com células-tronco de doadores externos. Para a esclerose múltipla, apenas o transplante autólogo é utilizado porque apresenta menor risco de rejeição e complicações.

Eficácia do aHSCT na EM progressiva

Existem vários estudos e publicações que... sugerem que o aHSCT é uma terapia eficaz para EM progressiva e é capaz de interromper a progressão da incapacidade e melhorar de forma sustentável os sintomas. No entanto, a situação dos dados ainda é comparativamente escassa e, como acontece frequentemente, a comparabilidade dos números publicados nos estudos só é possível de forma muito limitada. Isto se deve, entre outras coisas, ao fato de que os critérios relativos à idade, grau de incapacidade (EDSS), quimioterapia utilizada, idade dos estudos, períodos de observação, etc., são muito heterogêneos nos estudos e publicações. Por exemplo, períodos de 1 ano após o TCTH a 8 anos podem ser encontrados na revisão de acompanhamento. Não é de surpreender que os relatos percentuais de sucesso do aTCTH em interromper a progressão da incapacidade em pessoas com EMPP variem amplamente. Por exemplo, com uma probabilidade de 46% [Muraro PA et al.] e 78% [HSCT México] de interromper a progressão, a variação é muito ampla.

O mesmo se aplica aos riscos associados ao aHSCT. Em última análise, o procedimento é baseado em altas doses de quimioterapia. No geral, a maioria dos possíveis efeitos colaterais do aTCTH pode ser facilmente controlada e tratada. O número de efeitos colaterais graves durante o aTCTH foi significativamente reduzido nos últimos 20 anos, melhorando o procedimento e o pré-tratamento e um pós-tratamento e acompanhamento mais intensivos após o transplante.

Os diferentes centros de transplante utilizam diferentes quimioterapias de altas doses (o chamado condicionamento) antes do transplante autólogo. BEAM/globulina antitimócito (ATG) ou ciclofosfamida/ATG em altas doses são mais comumente usados. Regimes mais intensivos têm mais efeitos colaterais. Não existe uma recomendação clara para o condicionamento, mas uma opção menos tóxica, a ciclofosfamida/ATG, é mais comumente usada na EM.

Uma variante particularmente suave do aHSCT tem sido usada há muitos anos no México, na Clínica Ruiz, especializada em doenças autoimunes. A mortalidade no México é relatada como sendo de 0,2% em 500 pacientes e os efeitos colaterais graves são amplamente excluídos. No México, a quimioterapia em altas doses à base de ciclofosfamida é dividida em 2×2 dias para reduzir a pressão sobre o corpo (especialmente os órgãos) e controlar melhor possíveis efeitos colaterais.

Langfristige Wirkung: Die aHSCT zielt darauf ab, das Immunsystem des Patienten neu zu starten, indem es die autologen Stammzellen verwendet. Es wird angenommen, dass diese Behandlung eine langanhaltende Wirkung haben kann, möglicherweise über viele Jahre hinweg.

Atualmente em foco

msc e hsct

Em combinação, primeiro o HSCT e depois o MSC, ainda não são conhecidos estudos mais precisos, mas neste momento muitos estão a trabalhar arduamente nisso, o MSC não é permitido na Alemanha e provavelmente também não na Europa e, portanto, tem de ser feito no estrangeiro.

Hal Gatewood

André Decher

Geburts­datum

29. Dezember 1978

Wohnort

Schlitz bei Fulda, Hessen, Deutschland

Ausbildung und Beruf
Familie

Verheiratet (seit 2009), 2 Kinder (Tochter 2012, Sohn 2015)

MS-Diagnose

2007 erhalten

Therapie
Krankheitsverlauf

Kleinere Verbesserungen erlebt, aber (noch) keine großen Fortschritte.
Seit etwa zehn Jahren im Rollstuhl.

Mein Reiseblog

Herzlich willkommen auf meinem Blog! Hier möchte ich meine persönlichen Erfahrungen und Reiseberichte mit euch teilen, nachdem ich die HSCT-Behandlung durchlaufen habe. Ihr werdet Einblicke in meine persönlichen Erfahrungen vor, während und nach der Therapie erhalten.

Lena Meiering

Alter bei Trans­plantation

37 Jahre jung

Familien­stand

verheiratet, 2 Kinder (6 und 3 Jahre alt)

Diagnose

PPMS, Erstdiagnose April 2022, Gehdistanz zu dem Zeitpunkt: unbegrenzt

Therapie
Bezahlung

erfolgreiche Spendenaktion über GoFundMe, aktuell im Rechtsstreit mit der Krankenkasse

Mein Reiseblog

In diesem Blog nehme ich euch mit auf meine Reise durch das Leben mit PPMS. Ich werde meine persönlichen Erfahrungen, Gedanken und Emotionen während meiner Therapie und darüber hinaus mit euch teilen.

Michael Paulus

Alter bei Trans­plantation

46 Jahre

Familien­stand

Verheiratet, 2 Kinder (14 und 17 Jahre)

Hobbies vor MS

Laufen (3-5x / Woche, Hobby-Läufer, Marathon), Fahrrad, Fußball, Fitness-Studio, viel Bewegung als Ausgleich zum büro- und auto-lastigen Job

Erste Symptome

Irgendwann in 2016; Stolpern und Stürzen bei langen Waldläufen ab 25 km. Plötzlich waren kleine Steine, Wurzeln oder Unebenheiten ein Problem. Letztmalig habe ich 2021 versucht zu Laufen / Joggen und bin 2 km weit gekommen.

Diagnose

Juli 2022 (Diakonissen KH Mannheim). Gehdistanz zum Zeitpunkt der Diagnose: ca. 4 km

Therapie

Mein Reiseblog zur Therapie in Mexiko

In diesem Blog werde ich meine Erfahrungen, Gedanken und Emotionen während meiner Reise nach Mexiko und meiner aHSCT-Behandlung mit euch teilen. Ihr werdet Einblicke in den Alltag vor und nach der Transplantation erhalten, meine Höhen und Tiefen miterleben und hoffentlich Inspiration und Mut schöpfen, wenn ihr eure eigenen Herausforderungen bewältigt.

Vielen Dank, dass ihr mich auf dieser Reise begleitet. Lasst uns gemeinsam die Welt der aHSCT erkunden und die positiven Veränderungen feiern, die sie in meinem Leben und vielleicht auch in eurem Leben bewirken kann.